Você quer viver para sempre?



O que é este site



Dizem que “a morte é a única certeza da vida”. Mas será mesmo? Há inúmeros exemplos de certezas absolutas que se mostraram absurdas ao longo da história. E recentemente, cientistas, grandes pensadores e empresas como o Google vêm trabalhando para colocar em xeque a “única certeza da vida”. Eles realmente não aceitam a morte e estão lutando para prolongar o máximo suas vidas. A ciência já demonstrou que muitos hábitos e alguns medicamentos estendem a vida dos seres humanos. Muitos outros medicamentos e tratamentos já estão a caminho. Então por que precisamos aceitar viver somente 70 anos, quando há tantas coisas... [Leia mais...]




COMO O VALE DO SILÍCIO QUER CORTAR O CAMINHO PARA UMA VIDA MAIS LONGA



Os titãs da indústria tecnológica conhecidos pela sua confiança de que conseguem resolver qualquer problema – até mesmo aquele que desafiou qualquer outra tentativa até agora. Por isso que as estratégias mais estranhas para enganar a morte estão sendo testadas no playground da América para os jovens ricos e brilhantes: Vale do Silício.
Larry Ellison, o co-fundador do oráculo, deu mais de 330 milhões de dólares para a pesquisa em envelhecimento e doenças causadas pela idade. O CEO e co-fundador Larry Page criou a Calico, uma empresa de pesquisa que tem como alvo formas de melhorar o tempo de vida humana. Peter Thiel, co-fundador da PayPal, também investiu milhões na causa, incluindo mais de 7 milhões para a Methuselah Foundantion, uma fundação sem fins lucrativos cujo foco é terapias de prolongamentos da vida.
Ao invés de esperar anos para os tratamentos serem aprovados pelos funcionários federais, muitos deles estão procurando formas de modificar a biologia humana que cai em algum lugar no espectro entre ciência e empreendedorismo. É a chamada biohacking, e é um dos maiores acontecimentos da área da baía. “Meu objetivo é viver por mais de 180 anos”, afirma Dave Asprey, CEO da empresa de suplementos Bulletproof, mais conhecida por sua popularização de café misturado com manteiga orgânica. “Eu estou fazendo tudo o que é possível para que isto aconteça comigo”. Para alguns, isto significa regimes de pílulas diárias e jejuar uma vez por semana. Para outros, isto significa ter sangue jovem pulsando pelas veias. “Eu vejo biohacking como um movimento populista com cuidado de saúde”, diz George Woo, o CEO da empresa chamada Nootrobox que vende suplementos que prometem enriquecer a função cerebral.
Muitos cientistas são céticos. Aqui está o que é conhecido – e o que não é – sobre as últimas da luta da humanidade contra o inevitável.

TRANSFUSÃO DE SANGUE JOVEM
O HACK: Pode soar vampiresco, mas 50 pessoas nos Estados Unidos pagaram 8 mil dólares em uma transfusão do plasma de pessoas entre 16-25 anos. O estudo é feito pela Ambrosia, uma empresa em Monterey, Califórnia.
 A PROPAGANDA: As transfusões são baseadas na ideia de que dois litros de injeções de sangue de jovens podem conferir benefícios de longevidade. Agora, no primeiro estudo clínico conhecido deste tipo, Ambrosia está listando pessoas dispostas a pagarem o elevado preço para darem ao experimento uma chance.
            O fundador da Ambrosia, Jesse Karmazin, que possui formação em medicina, mas não é um médico licenciado, diz que após as transfusões, sua equipe procura por mudanças no recipiente de sangue, incluindo marcas de inflamações, colesterol e crescimento cerebral. “Quando somos jovens, produzimos muitos fatores que são importantes para a saúde celular”, ele diz. “Conforme envelhecemos, não produzimos estes fatores suficientemente. Sangue jovem dá ao seu corpo um tempo para se consertar e se regenerar”.
O DEBATE: Cientistas são redondamente críticos quanto a este estudo, em maior parte devido ao modo como ele foi criado: não há nenhum grupo controlado, é caro para se participar, e as pessoas envolvidas não compartilham nenhuma característica-chave que façam delas candidatas apropriadas para se analisar.
            “O que a Ambrosia está fazendo é inútil e pode ser prejudicial”, afirma Irina Conboy, uma professora associada de bioengenharia da Universidade da Califórnia, Berkeley, ela também estuda o sangue como um potencial alvo para o envelhecimento.
            O conceito se origina de uma pesquisa com camundongos feita por Conboy e outros. Em 2005, ela e seu parceiro de pesquisa e marido Michael Conboy mostraram que quando camundongos mais velhos foram cirurgicamente saturados aos camundongos mais novos, seus tecidos ficaram mais saudáveis. Não se partiu do pressuposto de que sangue jovem tudo cura, mas alguns empresários correram com a ideia. “A história foi trocada por uma altamente exagerada pesquisa em sangue jovem como uma bala de prata para combater o envelhecimento”, diz Irina.
            Em um recente estudo que se seguiu, os Conboys desenvolveram uma forma de trocarem o sangue dos camundongos jovens com o dos velhos sem juntá-los cirurgicamente. Eles descobriram que os camundongos velhos tinham algumas melhoras, mas que os jovens apresentavam alguns declínios.
            “O grande resultado é que uma única troca mais machuca o parceiro jovem do que ajuda o parceiro velho”, afirma Michael.
            Ambrosia diz que transfusões do plasma são seguras e que, se provadas eficientes, devem ser disponibilizadas.
A CONCLUSÃO FINAL: Terapias baseadas em sangue para a longevidade ainda podem estar em nosso futuro, mas a ciência ainda não chegou lá. “Doar sangue pode salvar vidas, mas usá-lo para rejuvenescer alguém é contraprodutivo”, diz Irina.

EXTRAÇÃO DE DADOS DO SEU PRÓPRIO DNA
O HACK: Se você pudesse conhecer seus riscos para as doenças mais temidas anos antes de você, de fato, adoecer, você o faria? Para os curiosos (e corajosos), existe o Health Nucleus, um exame físico de 8 horas, 25 mil dólares da cabeça aos pés, de dentro para fora que inclui toda uma sequência genômica, com leitura de alta tecnologia e prévio diagnóstico. O objetivo é pintar um quando granular da saúde de um indivíduo e riscos de doenças que podem, então, informar o estilo de vida e as escolhas médicas para mantê-lo mais saudável por mais tempo.
A PROPAGANDA: Health Nucleus cobra da elite um programa de “projeto de pesquisa clínica movido por energia genômica que tem o potencial de transformar o cuidado da saúde”. Foi fundado em 2015 por J. Craig Venter, o cientista que amplamente recebe o mérito de ser um dos primeiros a sequenciar o genoma humano, e isso não veio barato. O preço da Health Nucleus é para uma única sessão, durante a qual os pacientes recebem a sequência de seus genoma e micobioma, uma ressonância magnética completa do corpo e uma gama de testes de sangue.
            Quando os resultados chegam, os médicos traduzem o que foi encontrado de forma que os pacientes possam entender – e lhes dão conselhos em como agir.
            A equipe da Health Nucleus acredita que este dilúvio de informações pode ajudar os médicos a sinalizar problemas que podem causar a morte prematura de seus pacientes. “Neste momento a medicina é um sistema reacionário onde se você sentir dor ou outros sintomas, você pode ver o seu médico e ver se eles podem fazer o conserto”, diz Venter. “É totalmente diferente de prever seus riscos ou identificar os problemas previamente, antes que eles causem uma doença fatal. Se você tiver o conhecimento correto, você pode salvar sua vida”.
O DEBATE: A sequência de genoma pode, de fato, apontar riscos genéticos para câncer ou outras doenças. E perfis de microbioma – os quais olham para a composição das bactérias no intestino – podem prover pistas para algumas doenças crônicas. Mudanças no colesterol e açúcar no sangue podem sinalizar para doenças, apesar deste tipo trabalho com sangue ser testado pelo atendimento primário de médicos.
            Aproximadamente 400 pessoas entre 30 e 95 anos tiveram o teste até agora, e o teste identificou 40% de problemas médicos neles, de acordo com Venter, que diz que eles encontraram câncer, aneurisma e doenças cardíacas em diversas pessoas sem sintomas.
            Ainda assim, levanta questionamentos entre os céticos se os pacientes podem realmente usar a maior parte (ou nenhuma) dos dados que eles recebem. Também destacam as preocupações médicas sobre as consequências de uma superavaliação, onde há sempre o risco de resultados positivos falsos. “Quando pessoas saudáveis passam por um exame como este, isto acabar sendo um tiro na culatra”, afirma o Dr. Eric Topol, diretor do Scripps Translational Science Institute que estuda dados-controlados na medicina. “Isto pode encontrar anomalias e conduzir a mais testes e procedimentos, muitos deles desnecessários. Pode ter consequências ruins, além de provocar ansiedade e gasto”.
            Isto não é novidade para o Venter. “A crítica que as pessoas jogam é ‘Como você ousa analisar pessoas saudáveis?’” ele diz. “Minha resposta é ‘Como você sabe que elas são saudáveis?’ Nós estamos encontrando boas evidências que muitas delas não são”.
            Topol diz que um estudo rigoroso do programa por pesquisadores independentes poderiam ajudar a marcar os pontos. “Se válido para o benefício dessa forma”, diz Topol, “minha visão seria mais positiva”.
A CONCLUSÃO FINAL: Venter reconhece que por mais que os custos possam diminuir, a bateria de exames é por enquanto cara demais para ser uma realidade para a maioria. Se isto acrescenta anos para a vida de uma pessoa é também uma questão em aberto. Por ora, olhar através da bola de cristal requer uma grande quantia de dinheiro – e um consolo com a incerteza.

SUPER PÍLULAS ANTI-ENVELHECIMENTO
O HACK: Biohackers do Vale Silício e outros fazem experimentos com a ideia de que um punhado de suplementos, ingeridos na exata combinação correta, possa ser o antídoto para o envelhecimento. Agora, cientistas e pessoas de negócios estão experimentando a ideia de que uma ou duas pílulas, tomadas diariamente, podem realizar o trabalho.
A PROPAGANDA: Muitas empresas vendem suplementos de benefícios de longevidade suspeitos, mas nenhuma é mais comentada do que a do Elysium Health, co-fundada por empresários e por um pesquisador de anti-envelhecimento do MIT  chamado Leonard Guarente. Elysium criou um suplemento diário chamado Basis, que é “criado para apoiar longa e boa vida a nível celular”. A pílula não é vendida como uma cura para o envelhecimento, mas Elysium Health diz que há evidência de ingredientes na pílula que aumentam um componente chamado NAD+ que a empresa diz ser “essencial para centenas de processos biológicos que sustentam a vida humana”. Basis custa 50 dólares para um consumo mensal, e a empresa, que não libera o número oficial de vendas, diz que tem dezenas de milhares de consumidores até agora.
O DEBATE: Basis contém dois principais ingredientes: nicotinamide ribosine (NR) e pterostilbeno, ambos os quais foram mostrados em estudos com animais para combater o envelhecimento a nível celular. NR cria NAD+ que se crê que estimula o rejuvenescimento celular, mas que decresce em animais naturalmente conforme eles envelhecem. Em uma análise de 120 pessoas saudáveis, entre 60 a 80 anos, Guarente descobriu que as pessoas que tomam Basis aumentaram seus níveis de NAD+ a 40%. “Nós estamos tentando seguir rigorosamente a ciência” afirma ele.
            Estudos mostram que o suplemento com o componente aumenta o tempo de vida em camundongos, mas se ele faz o mesmo com humanos é desconhecido. Para descobrir se ele o faz – e pedir ao FDA aprovação para a clareza da pílula enquanto uma droga – estudos clínicos longos e rigorosos precisariam ser feitos. Ao invés, Elysium Health lançou o Basis como um suplemento. Isto previne que a empresa precise fazer declarações médicas específicas sobre as pílulas – algo que é proibido por lei na venda de suplementos.
            “Acredito que o caminho que Guarente está seguindo é interessante” – ou seja, a ideia de que aumentar NAD+ possa diminuir o envelhecimento – “porém, evidência clínica é crucial”, diz o Dr. Nir Barzilai, um pesquisador da Faculdade de Medicina Albert Einstein que também estuda drogas para o envelhecimento.
            Outros cientistas questionam o conjunto de abordagens do suplemento. “Não há nenhuma evidência de que o Basis provoque benefícios em humanos”, diz o Dr. Jeffrey Flier, ex-reitor da Universidade de Harvard. “Muitas moléculas que aparentemente têm benefícios em camundongos ou outros organismos não apresentam benefício algum quando estudadas em humanos”.
            A empresa tem sete prêmios Nobel – cientistas vencedores em seus conselhos de consulta, fato que fez algumas sobrancelhas se levantarem. As precauções que a associação da empresa com famosos pesquisadores fazem não podem substituir a ciência requerida para provar que os suplementos combatem o envelhecimento e são seguros.
A CONCLUSÃO FINAL: É cedo demais para afirmar que os efeitos dos suplementos aumentam o tempo de vida em humanos.

DROGAS CEREBRAIS
O HACK: Esses suplementos chamados de estimulantes, ou de “drogas inteligentes”, prometem aperfeiçoar o seu pensamento e enriquecer as suas habilidades cerebrais. Muitos ingredientes comuns destes estimulantes – incluindo o hormônio do sono melatonina e os impulsionadores de energia as vitaminas do complexo B assim como cafeína – já estão presentes em comidas e pílulas que as pessoas consomem diariamente.
A PROPAGANDA: Nootrobox, empresa que produz os estimulantes, combina ingredientes como vitamina do complexo B e cafeína com um leque de outros ingredientes para criar cápsulas com diferentes propósitos. Pílulas de “crescimento” clamam enriquecer a memória e a energia; pílulas de “corrida” prometem um imediato impulso de clareza e energia; as pílulas “KADO-3” oferecem proteção diária do cérebro e do corpo; e as pílulas do “bocejo” oferecem o que você esperaria. Um pacote combo de 190 cápsulas vendido por aproximadamente 135 dólares.
            Nootrobox é um dos mais populares iniciantes em estimulantes, com mais de 2 milhões em financiamento de investidores privados como a CEO do Yahoo, Marisa Mayer e a firma empreendedora de capital de Andreessen Horowitz.”Eu acho que estimulantes se tornarão algo consumidos por nós diariamente”, diz o CEO da empresa, Geoffrey Woo.
O DEBATE: Os ingredientes dos suplementos estimulantes são “em geral, reconhecidos como seguros” pelo FDA, e alguns deles foram estudados pelos seus efeitos de enriquecimento cognitivos. Porém, as combinações únicas encontradas nas pílulas em si não provaram elevar a capacidade mental das pessoas. A Nootrobox diz que está atualmente fazendo o estudo clínico de seus produtos.
            O FDA é notoriamente reconhecido por não fazer interferências quando se trata de regularizar suplementos alimentares. Nos Estados Unidos, as vitaminas não precisam passar por testes rigorosos para provarem a sua eficácia ou segurança antes de serem vendidas.
            Alguns médicos também são céticos quanto se 0s suplementos realmente fazem uma diferença na performance mental. “Há provavelmente muito efeito placebo”, afirma Kimberly Urban, membro do pós-doutorado do Children’s Hospital de Filadélfia que estuda os efeitos de estimulantes no cérebro. “Eu acredito que as pessoas deveriam tomar algumas precauções, especialmente os jovens”. Ela acrescenta que por mais que esses estimulantes sejam seguros, não há provas científicas.
CONCLUSÃO FINAL: Muitos estimulantes no mercado são provavelmente menos açucarados e com menos cafeína que a maioria das bebidas energéticas que frequentemente contêm ingredientes similares aos da pílula. Além disso, a noção de que elas deixam as pessoas mais inteligentes é amplamente não provada. Então, até que testes clínicos provem o contrário, é necessário cautela do consumidor.

ALTA TECNOLOGIA DE DIETAS DE JEJUM
O HACK: Restrição calórica – prática de consumir nada além de água por um dia ou de drasticamente cortar calorias alguns dias por semana – é popular há décadas entre eternos procuradores da juventude ou paranoicos na saúde. Agora algumas empresas estão fazendo suposições com isto com kits de entrega de refeições para dietas de jejum.
A PROPAGANDA: Não comer regularmente com certeza parece desagradável, mas defensores dizem que fazer isso acompanha os benefícios de uma saúde melhor, um sistema imunológico mais forte e possivelmente até mesmo uma vida mais longa.
            Para ajudar as pessoas a se aproximarem desse objetivo, L-Nutra, uma empresa localizada em Los Angeles oferece um kit de refeição para cinco dias de baixa caloria chamado ProLon criado para imitar o jejum e promover saudável longevidade.
            O kit de refeição inclui barras energéticas, lanches naturais, sopa de vegetais e suplemento de óleo de algas que somam um total de 770 a 1.110 calorias por dia. Um kit de cinco dias que tem de ser prescrito por um médico e que custa 299 dólares.
O DEBATE: Estudos mostram que dietas com restrição de calorias estão ligadas a uma expectativa de vida maior. Ainda não está claro o motivo exato, mas alguns cientistas suspeitam que isto faz com que o corpo entre em um modo temporário que leva a criação de células novas e saudáveis. Outra pesquisa sugere que uma dieta com pouca caloria pode fazer que o corpo responda melhor ao tratamento de câncer e diminui a progressão de esclerose múltipla.
            Um estudo recente de dois anos mostra que as pessoas que cortam a ingestão de calorias a 25% perderam 10% do peso de seu corpo, dormiram melhor e até se mostraram mais animadas do que aquelas que não seguiram a dieta.
            “Médicos podem oferecer isto aos pacientes como uma alternativa ao invés do uso de drogas”, diz Valter Longo, diretor da University of Southern California Longevity Institute e fundador da L-Nutra (Lango diz que não recebe um salário para o seu trabalho para a L-Nutra).
            Ainda assim, nem todos concordam que a evidência seja forte o suficiente para justificar o preço – ou o esforço necessário. “Eu com certeza não o faria”, afirma Rozalyn Anderson, uma pesquisadora da University of Wisconsin-Madison, que estuda restrição calórica em macacos. “A vida é curta demais mesmo que a restrição calórica a prolongue”.
            A real promessa deste tipo de pesquisa é de identificar caminhos celulares envolvidos durante o envelhecimento e ativados durante o jejum, ela diz. No fim das contas, isto poderia levar ao desenvolvimento de uma droga que provocaria estes mesmos efeitos sem precisar que as pessoas comam menos.

A CONCLUSÃO FINAL: Ocasionais restrições calóricas parecem trazer benefícios à saúde, mas o quanto vem da perda de peso e o quanto vem de mudanças saudáveis das células precisa ser explorado. Concorda-se amplamente que qualquer versão de dieta de jejum deve ser feita sob a supervisão de um médico.

Postagens mais visitadas